terça-feira, 2 de setembro de 2008

Redação Publicitária I

Redação Publicitária Impressa (Continuação)


09 - Não usem ponto de exclamação.

No texto impresso, a ênfase interjetiva dada pelo sinal de exclamação depende da interpretação do leitor. Essa interferência não pode ser controlada, o que significa que o leitor participa ativamente da construção da idéia da propaganda e o efeito da mensagem escapou do emissor.
Além do mais, o texto afirmativo cumpre melhor a função persuasiva do que o exclamativo, que exvazia a credibilidade da mensagem.

Exceções:
- Frases curtas de ordem. Ex.: Venha logo! Atenção! Não perca! Só hoje!
- Interjeições: Ex.: Oh! Meu Deus!
- Onomatopéias (Repetição de sons). Ex.: Pow! Crash! Toc toc!



10 - Não use reticências.

As reticências, por definição, representam espontânea omissão. Se o texto precisa de complementação dada pelo leitor, significa que este participa ativamente da construção da idéia da propaganda, o que não favorece a persuasão.
O texto publicitário deve ser fechado em si de forma que o leitor, passivamente, apenas assimile a mensagem.

Obs.: Todo título de anúncio tem que ter ponto (.).



11 - Só construa frases interrogativas para fazer perguntas retóricas.

As indagações evocam a participação para a construção da idéia, portanto não são adequadas ao texto publicitário.
Por outro lado, as perguntas retóricas carregam as respostas em si, conduzem apenas uma resposta ou a resposta nenhuma, encurralando o leitor num jogo persuasivo.



12 - Procure afirmar mais do que negar.

Normalmente, a negação surge para o leitor como um problema enquanto a afirmação surge como solução. É mais persuasivo dizer ao leitor o que ele deve fazer do que não deve fazer. Além do mais, uma frase negativa obrigatoriamente exauta o que ela mesma nega.



13 - Não use modo subjuntivo.

Os modos verbais refletem a atitude do enunciador: o modo indicativo exprime indicação, o imperativo, ordem. Ambos se afinam com a proposta publicitária. Já o modo subjuntivo serve para suscitar dúvida ou possibilidade, o que invalida se uso no dircurso persuasivo.



14 - Evite falar no passado.

A cultura contemporânea supervaloriza o AGORA, por isso, o tempo adequado para o texto publicitário é o PRESENTE.

Obs.: Quando for inevitável falar no passado, use apenas o pretérito perfeito. Ex.: Cláudia foi à festa.



15 - Evite falar no futuro.

O futuro está fora do foco da maioria das pessoas. Elas até gostariam de pensar adiante. Assim, o que está por vir surge como algo inatingível, imaterial e, portanto, sem importância.

Obs.: Quando for inevitável se referir ao futuro, use locuções verbais iniciadas pelo verbo auxiliar (IR) conjugado do presente do indicativo. O 2º verbo sempre no infinito.
Ex.: Você vai ganhar (Certo) | Você ganhará (Errado)


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Palestra Paulo Dompieri




Horário: 20 Horas
Local: Auditório Principal - Perynas
Palestrante: Paulo Dompieri

Carreira desenvolvida em empresas como MPM Propaganda, Jornal do Brasil, Coca-Cola, Xerox e, atualmente, DPTO Propaganda.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Lab. de Com.

Aula Externa: Ás 17:30 Horas
Local: Rádio Litoral (Rádio, Tv e Internet) - Ao lado da prefeitura.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Direção de Arte

Aula com slide (Disponível no email da turma)


GESTALT - Teoria da Forma
  1. Lei da Proximidade
  2. Lei da Semelhança
  3. Lei da Pregnância
  4. Lei do Fechamento
  5. Lei da Familiaridade
  6. Lei da Simetria
  7. Lei da Continuidade
  8. Lei da Figura-fundo

Trabalho em dupla:

1 - Através do material gráfico impresso entregue em sala, analisar as leis da gestalt nele presentes; dizer qual lei identificada, quais os elementoslevam a esta compreensão e porque (marca + peça gráfica).

2 - Idem com um website (marca + print home + marca interna)

Enviar o trabalho pronto para silviaschnaider@gmail.com

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Redação Publicitária I

Aspectos Estruturais da Redação Publicitária Impressa (Continuação)

2 - Independente da quantidade de texto, garanta a objetividade e clareza da mensagem. Textos prolixos, encharcados, ocasionam leitura enfadonho e o conseqüente abandono por parte do leitor.

3 - Independentemente da quantidade de texto, use períodos curtos (Orações, frases e parágrafos curtos). O texto publicitário deve ser fracionado, recortado e separado parte á parte, de forma a simplificar o seu entendimento e facilitar sua assimilação.

4 - Por isso, o texto publicitário deve ser bastante "virgulado" e pontuado de forma que as pausas favoreçam a articulação, a compreensão e o registro de cada parte lida.

5 - Quando houver muitas informações a serem transmitidas (dados, funções, características, benefícios, etc), use tópicos. Os leitores tem a ilusão de que, em tópicos, o texto fica mais organizado, resumido e fácil de ler; obviamente a redação publicitária deve explorar isso.

Obs.: Os tópicos devem ser apresentados em ordem decrescente de importância.

6 - A pontuação deve ser feita de forma estratégica e significativa. Quando se quer esvaziar a importância de algo, diz-se isso de forma direta. Quando se pode atribuir importância, energia e dramaticidade ao que se diz, utiliza-se de pausas dramáticas.

7 - Não use apostos (oração subordinada, explicativa, adjetiva)
O texto publicitário deve ser escrito em discurso direto , tornando facilitada a leitura e a compreensão do texto.
O oposto interrompe o discurso direto, quebra a linearidade da leitura, quebra o fluxo contínuo do texto, o que pode dificultar a compreensão da mensagem e ocasionar o abandono do anúncio.

Além do mais, há de se avaliar a necessidade da explicação e/ou qualificação contidas no aposto, dado que o anúncio se destina a um público alvo que normalmente, é afim ao assunto propagado. No caso de necessidade da explicação, restrutura a frase.

8 - Evite usar a voz passiva. Tanto quanto o oposto, a voz passiva dificulta o pronto entendimento da mensagem porque rompe com a ordem direta do discurso.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Adm de MKT - Conceitos

Administração de Marketing

Conceitos básicos

- Administrar é fazer coisas através de pessoas (Gestão de pessoas);
- Aplicado ao marketing, a administração de marketing diz respeito ao processo pelo qual, profissionais de marketing gerenciam o ambiente mercadológico de determinada organização, com o auxílio e a agregação de pessoas;


Atividades sob a gestão do Marketing

- Previsão, planejamento, organização e controle dos diversos setores relacionados as atividades orientadas para o mercado e que envolvem as seguintes tarefas:
  1. Organização de equipes;
  2. Elaboração de planos estratégicos de cada área. Ex.: Propaganda, vendas, promoção, logística, etc;
  3. Coordenação de atividades sinérgicas de diversas áreas em consonância com o que foi planejado e avaliação das reações dos concorrentes e as novas circustãncias do mercado (cenário mercadológico); e
  4. Controle das atividades dos diversos planos.
- Diversos autores enfatizam a identificação das necessidades dos consumidores, o desenvolvimento de produtos e serviços com base nas informações coletadas, a definição do preço ideal e a promoção eficaz como de suma importância para a administração de marketing.


PLANO DE NEGÓCIOS
PLANO DE MARKETING
PLANO ESTRATÉGICO COM.
PLANEJAMENTO DE CAMPANHA

Definição: "Processo social e essencial através do qual indivíduos e grupos obtêm aquilo de que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores".

Termos Afins
Necessidades | Desejos | Demanda e procura | Produtos | Trocas | Transações | Mercados

Marketing
Significa trabalhar com mercados para conseguir trocas com o propósito de satisfazer necessidades e desejos humanos.
- Esta definição nos remete ao conceito anterior, onde marketing é o processo pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que precisam e desejam através da troca de produtos e valores.

Tipos de Mercado
- Vendedor: Os vendedores tem mais poder e os compradores defendem do marketing.

Filosofias da administração de marketing
Produção | Produto | Venda | Marketing | Marketing social

Foto-publicidade

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- Daguerreótipo;
- Heliografia;
- História da Fotografia no Brasil.