1 - Ao contrário do que se prega o senso comum, o texto numa peça de propaganda impressa não tem que ser necessariamente ser curto. Uma série de fatores deve ser considerada na hora de se determinar o volume de informações, explicações e argumentos de um anúncio, com destaque para o produto anunciado, o público pretendido e o canal de comunicação utilizado.
a) Pela ótica do "produto" anunciado.
-> Textos longos:
Notas:
- Quando tiver um novo atributo é necessário informar, explicar e argumentar.
- A propaganda tem o dever de orientar o consumidor, sendo didática sem parecer didática.
-> Textos curtos:
b) Pela ótica do público pretendido
c) Pela ótica do canal utilizado

a) Pela ótica do "produto" anunciado.
-> Textos longos:
- Lançamento de "produto";
- Novo atributo (Nova função, embalagem, componentes do produto);
- "Produto" de alto investimento;
- "Produto" de contrapartida incerta (Ex.: Seguro de automóvel, Reniew);
- "Produto" de contrapartida a longo prazo (Previdência Privada);
- Promoção de vendas com mecânica complexa (Maximização das vendas em curto espaço de tempo).
Notas:
- Quando tiver um novo atributo é necessário informar, explicar e argumentar.
- A propaganda tem o dever de orientar o consumidor, sendo didática sem parecer didática.
-> Textos curtos:
- Marcas tradicionais (Leite Moça, Maizena);
- Marcas consolidadas (Casas Bahia);
- Marcas bem posicionadas (Gol Linhas aéreas);
- Produtos de varejo (Produto que sempre consumimos, não é necessário muita explicação).
b) Pela ótica do público pretendido
- Classe social + alta = Mais texto
- Classe social + baixa = Menos texto
c) Pela ótica do canal utilizado
- Maior dispersão = menos texto
- Menor dispersão = Mais texto
- Mídia Impressa (Jornal e Revista)
- Mídia Eletrônica (Tv, cinema e rádio)


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